Em breve livro de apresentação
2030& PRR & Lei dos
Solos Rústicos & Novo Ordenamento do Território
Tendo sido um viajante pela Ásia (India, Sri Lanka,
Indonésia, Filipinas, Tailândia) e pela Oceânia (Nova Zelândia), pude observar
o desempenho do comércio, do turismo e das ligações à cultura que os
Portugueses espalharam pelo mundo.
Nessas observações, pude constatar os potenciais, as dificuldades e as
maravilhas em que cada povo habita.
Existem alguns vetores fundamentais, tão importantes que me fizeram ou quase
obrigaram a não só ser um ativista, construtivo, como também ir ao Portal do
Governo e participar os meus “achados”, ideias e constatações. Na pandemia para
abrir o Turismo, fui o primeiro a transmitir confiança para que se abrisse o
mesmo, assim como as praias, onde me empenho muito com a protecão civil (
nadadores salvadores em períodos mais alargados assim como escolas de nadadores
salvadores, tendo eu salvado já meia centena de pessoas na Caparica, fora da
época balnear. Obtive assim, os e-mails de vários gabinetes como p.e. o do
Exmo. Senhor Primeiro Ministro António Costa através da resposta aos meus
e-mails no Portal gov.pt. Desde então, tenho enviado centenas de e-mails ao
Gabinete do Primeiro Ministro, ao Ministro da Administração Interna, e também á
Câmara Municipal de Almada, sobre vários temas, entre os quais a Lei de construção
em solos rústicos. Facciosismos vindos de todo o lado sem terem levantado uma
vez uma enxada para plantar surgem de todos os sectores sociais. É preciso firmeza e levar a caibo esta
mudança, para o bem de todos, claro está, nós somos o planeta.
O autor
Telmo Daniel Rodrigues
telmodanielrodrigues@gmail.com
/ 969399605
Economia circular - Inglês
https://www.facebook.com/100054754756528/videos/110240450811113/
Coesão territorial
https://m.youtube.com/watch?v=GIhIjGsh0XM
Habitação
Painel I - Habitação
Um dos vetores fundamentais é a habitação, pois é nela que
se consomem os alimentos vindos da agricultura, se produz lixo e se consome
água e energia. Tendo em conta que num futuro próximo da descentralização e na
possibilidade de construção comparticipada pelo governo e pelas autarquias,
recorrendo à chamada “Bazuca” da Europa, tal como a possibilidade de créditos
por parte do Estado e das Autarquias, com baixos juros, participei como pude,
na estratégia do Governo, com as minhas ideias, no Plano +Habitação. Fui um
defensor de que muitos terrenos rurais, agrícolas, em avos, da rede ecológica,
da rede da agricultura, da REN, etc., pudessem ser reavaliados tendo em conta o
seu potencial estratégico e ecológico, muitos ao abandono ou sem utilidade
pública, viessem a ser utilizados e dei também algumas sugestões de como
construir, pensando nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
São 306 as autarquias. Imaginando que cada uma constrói
1.000 casas, são 306.000 no total. É óbvio que poderiam ser mais numas autarquias
e menos noutras, de acordo com a lei da oferta e da procura, sem esquecer a
necessidade urgente de uma coesão territorial, ou seja, território com baixa
densidade populacional.
As casas que propus, são sobretudo em madeira, uma vez que é
um bem “renovável” e de baixa peugada ecológica ou, “tiny houses”, cujo valor
ronda os 35.000,00. O que, contas feitas, significa 5 mil milhões da “Bazuca” +
5 mil milhões em crédito. Dá uma média de 15 milhões de Euros, que o Estado
participaria por autarquia + 18 milhões em crédito (a 30 anos). Isto claro
especulando montantes e fazendo uma abordagem a uma renda suportada pelos
habitantes de cerca de 200,00 mensais. Desta forma, muitos dos nossos problemas
sociais de falta de habitação para jovens em início de vida que queiram ter
filhos, sendo este um dos maiores problemas nacionais, o envelhecimento da
população, mas também para professores deslocados, militares, alunos
deslocados, médicos e todos aqueles emigrantes que abandonaram o nosso país,
devido à discrepância entre ordenado e renda ou crédito habitação. Com mais
poder de compra, os ordenados poderiam aumentar, logo o número de filhos
poderia também aumentar, e isto é só o começo.
Também devido ao aumento da consequente falta de mão-de-obra
qualificada no setor da construção civil, pela emigração, estas casas seriam
muito mais rápidas e fáceis de executar.
Foi pedido a este Fórum que se idealizasse, pois bem, estas
são as minhas ideias, embora pareçam complicadas de aplicar num país tão
habituado à construção em cimento, pelos valores indicados, e por sermos
latinos, que ao contrário dos nórdicos constroem em madeira.
Estas casas podem estar inseridas em parcelas de terreno
onde se possam construir p.e 5, 10, 20, 30 casas. Podem recolher água das
chuvas e criarem-se charcas que recebam também águas tratadas das próprias
habitações, para plantar hortas e plantar vários tipos de árvores e arbustos,
onde outrora apenas existia a imagem de abandono.
Há algo interessante e que não podia deixar de referir, que
tem a ver com 40% da água utilizada em casa. Ela é usada no autoclismo. Sendo
assim, a recomendação de haver casas de banho secas, para quem não sabe, é não
usar água na descarga mas sim ter um espaço wc arejado onde se separa a urina
das fezes em recipientes adequados para tal. A nível global, embora nós não
pareçamos ter esta necessidade, o facto é que, toda a água que utilizamos está
a ser retirada de riachos, rios, albufeiras e ex-locais pantanosos, a que
entretanto demos outros usos como a agricultura, pecuária, indústria, cultura
de árvores extensiva e logo, assim, um roubo à biodiversidade que neles
existiam. Imaginem a India e a sua densidade populacional, que depende do rio
Ganges, assim como muitas outras populações que estão dependentes de rios, cada
vez mais poluídos pelos dejetos humanos e nem água têm para beber. Dengue,
malária, cólera, são algumas das epidemias globais ainda por erradicar e só é
possível reverter esta situação, com a educação sobre o manuseamento da água.
Isto é uma realidade triste, pois o mundo ocidentalizado não dá o exemplo e
aquilo a que nós chamamos de desenvolvimento, na realidade é uma ilusão. Os
radicalismos, populismos e ativismos confusos, sem ideias, têm por isso
aumentado e muito se deve à falta de viajar, viver com menos, conhecer outras
culturas e tradições. Mais uma vez, rendas mais baixas, casas mais ecológicas
também com painéis solares, permitem que o mundo se possa explorar a ele mesmo
e assim aprender.
Um exemplo: Criação de um
programa de habitação Low Cost, recorrendo a casas de madeira e ou Tiny houses,
6 meses no litoral - 6 meses no interior.
https://www.facebook.com/TinyhousePortugal
O Papel da Câmaras Municipais neste desempenho de construção nos
Solos rústicos
Na minha opinião, deve
haver uma avaliação por “inspectores” da Câmara Municipal de locais com potencial
para determinados fins: uma Habitação somente, várias habitações (cooperativa
de habitações), habitação mais horta, habitações mais horta, habitação mais
industria ( como é dado o caso de construtores de tiny houses e modelares, dado
no texto em baixo. É importante saber que estas habitação já vêm prontas, pelo
que a parte de arquitectura e especialidades devem ter algum sistema de
controlo, mas facilitado de forma a promover uma instalação e um programa de
empreendedorismo rápido. Determinar se as construções podem e devem ou não, ter
pais solares, furos de água, fossas determinadas caso não estejam ligadas ao
sistema de esgotos e ou casa de banho seca ( também mencionado em baixo) e
outras formas de auto suficiência limpa. Serviços
prestados de aconselhamento e formação a técnicos Camarários para implementação
da Lei dos Solos Rústicos.
Emails Enviados
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Data de envio: 7/1/2025 Documento
nº E/693/2025
Exma.
Senhora
Clara
Aires
No
seguimento do seu email, informamos V. Exa. que este assunto foi encaminhado
para a DMDU - Direção Municipal de Desenvolvimento Urbano,
podendo acompanhar o desenvolvimento do assunto exposto, através do tel.: 21
2724300 ou do email dmdu@cma.m-almada.pt mencionando
o registo E/693/2025.
Com os melhores cumprimentos,
Habitação e impacto no bem estar das populações das cidades, do
meio rural e os novos “peregrinos”
Jovens agricultores,
pessoas num Programa de Time Sharing ( que trabalham noutra zona do país
e ou mundo).
Bio construção, casas modulares, tiny houses, etc.
Existem muitas formas de
construir que não de betão. Mentalidade Portuguesa infelizmente, quer dar logo
o salto maior que a perna, ou seja, ter logo uma habitação de luxo, sem passar
pela fase de ter uma habitação confortável, mas construída de outros materiais.
Um programa a nível de empresas portuguesas e estrangeiras que possam vender os
seus serviços, de casas de madeira, tiny houses ( casas sobre atrelado para 2 a 3 pessoas ), de
barro, casas modulares, sem impacto no solo devem ser também uma prioridade. Existem
muitas empresas a nível nacional e internacional, e lá está, sempre com a
possibilidade como já foi descrito de
Exemplos:
1 – www.earthship-experience.com
Já conheces as
Habitações Auto Suficientes que estão a Mudar a Vida de Várias Pessoas por Todo
O Mundo? O que achas Destas Green Houses? Desde energia verde autossuficiente,
temperatura entre 19 e 23 graus durante todo o ano de forma passiva, gestão da
água da chuva, criação de células botânicas para filtrar a água suja através
das plantas até o cultivo orgânico de alimentos. Se estiver interessado, por
favor contacte-me diretamente através do WhatsApp +351 968 314 029 ou earthshipexperience@gmail.com
VAIS PERCEBER QUE TEU
SONHO É POSSÍVEL
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Have
you heard about the Self-Sufficient Housing that is Changing the Lives of
People Around the World? What do you think about these Green Houses? From
self-sufficient green energy, passive year-round temperatures between 19 and 23
degrees, rainwater management, the creation of botanical cells to filter dirty
water through plants to organic food cultivation. If you are interested, please
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#bioconstruction #ecofriendly #sustainability #sustainable #greenhouses
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2 -Adobe,
Superadobe, etc (Argila, areia e palha). https://www.youtube.com/watch?v=YvkADIZHh8Y&t=312s
3 –
Tijolos de Cânhamo https://www.facebook.com/canhamorhemp
4- Tiny
Houses https://www.facebook.com/TinyhousePortugal
https://www.facebook.com/tinyhouseattractive
5 – Modulares https://homeicon.pt/
Intercâmbios Nacionais e Internacionais ( CPLP e outros )
https://m.youtube.com/watch?v=GIhIjGsh0XM
Um exemplo: Criação de um programa de
habitação Low Cost, recorrendo a casas de madeira e ou Tiny houses, 6 meses no
litoral - 6 meses no interior.
Time Sharing
Usar o Time
Sharing ( rotatividade de moradia sazonal em uso de casa de madeira ou
tiny house) e bazuca para construir em espaços a) com procura turistica no
Verão e b) espaços rurais usando o turismo de Inverno Low cost em ambos espaços
quando não são utilizados por trabalhadores.
Criação de um programa de habitação Low Cost,
recorrendo a casas de madeira e ou Tiny houses, 6 meses no litoral - 6 meses no
interior.
Reter jovens, imigrantes, agricultura, floresta,
ordenamento do território.
Algumas das
medidas:
- uso de taxas
turisticas verdes de todo o território
- não plantar
monoculturas em um espaço minimo a definir pela segurança de novas
habitações
- usar o Time
Sharing ( rotatividade de moradia sazonal em uso de casa de madeira ou
tiny house) e bazuca para construir em espaços a) com procura turistica no
Verão e b) espaços rurais usando o turismo de Inverno Low cost em ambos espaços
quando não são utilizados por trabalhadores.
- casas
acessiveis a 200€ para casal ou casal + 1 filho ou 2.
- apoio á
reflorestação nativa
- plantar
eucalipto e pinhal com faixas de contenção e intercaladas de floresta nativa.
- apoio á
agricultura e pastoricia de subsistência.
Outros a
enumerar: lixo orgânico, turismo consciente longa estadia, voluntariado jovem
europeu. Caminhos verdes e sustentáveis, trilhos na natureza.
Agradeço a
atenção
Forças armadas
Projecto Militar ou Para-Militar: MARTERRA
500 Fuzileiros ou Sapadores que fazem estudo em Ordenamento
do Território e Sapador Florestal, 2 por cada C.M. e que trabalham no Verão nas
Praias, suprimindo a falta de nadadores salvadores, podendo deixar apenas um
nadador por praia, em vez de dois e serem destacados em última necessidade para
fogos no pico da época balnear. A ideia é ter 500 “agentes” exímios em
Ordenamento do Território, de Inverno, patrulhando e fiscalizando zonas não
limpas e onde podem ocorrer possíveis incêndios e onde possa ter de haver
limpeza ou por abandono total ou abandono anual de parcelas de terreno. Se as
Câmaras Municipais ficarem com a tutela destes espaços podem nascer aqui
agricultura, pastorícia e ou habitação ao abrigo do conceito TIME SHARING ou
Anual. Em cada incêndio uma oportunidade.
De tornar a floresta de monocultura de pinheiros bravos e eucaliptos em uma
nova aldeia. O estado devia nacionalizar todas as áreas ardidas e aí construir
novas aldeias para os muitos emigrantes que querem regressar a Portugal. As
tiny houses são soluções baratas e acessíveis.
Jovens: evitar a saída de jovens e talentos do país
Mais
uma vez, com rendas e possibilidade de aquisição das suas habitações e o poder
de investir em programas de investimentos para outras pessoas, com uma
rentabilidade alta, facilmente poderemos ter mais jovens em Portugal. Muitos
deles, querendo e tendo a hipótese de terem liberdade de tempo, podem fazer Time
Sharing e ter trabalhos sazonais, e darem uma educação de proximidade aos seus
filhos, ensinando-lhes valores ancestrais alguns, outros a agricultura
familiar, e Portugal pode atrair também estrangeiros, tratando se de tal
oportunidade única.
Professores
O mesmo se passa com os
professores e muitas outras profissões fundamentais ao nosso país.
Construtores
Para construir, e trazer
casas pré-fabricadas e de todos os outros modelos acima indicados, é muito
importante pensar em quem vai construir essas casas “diferentes”. Cursos, e
habitação para portugueses e estrangeiros, assim como as suas habitações no
mesmo formato enquanto constroem, e mesmo as fábricas que aumentaram conforme a
procura, em terrenos rústicos em zonas estratégicas onde iram haver mais
construções.
Outras profissões importantes para manter a sociedade
Trabalhadores das Juntas
e Câmara municipais, professores, médicos, enfermeiros, profissões em via de
extinção, construtores, agentes de autoridade, etc. Todos eles podem beneficiar
com prioridade, destes programas. Além de talhões que permitam claro, ter uma
horta, galinhas e árvores, arbustos, ervas aromáticas e toda uma oportunidade
de também fazerem parte de uma sociedade de economia circular, poupando em
comida, comendo melhor, aprendendo técnicas artesanais, etc. Assim espaços ao
abandono, podem ganhar nova vida, e com ela a biodiversidade virá. Mais flores,
mais abelhas, mais árvores, melhor qualidade do solo.
Profissões em vias de extinção e artesanato Português
Resineiro - Portugal já foi o maior exportador de resina do mundo, hoje em dia, são
cada vez menos e mais velhos os resineiros no país. A concorrência de outros
países levou a que os profissionais diminuíssem, contudo, a tendência parece
começar a inverter mas esbarra na falta de mão de obra.
Alfaiate - Uma profissão que foi passando de pais para filhos mas que se foi perdendo
ao longo dos tempos. São poucos os que recorrem aos fatos por medida, uma arte
que exige muito detalhe para um resultado perfeito o que aumenta
significativamente o preço quando comparado com lojas de pronto a vestir.
Tanoeiro
Tecelagem Manual https://www.tecelagemanual.com.br/a-la/
Produtos
artesanais certificados https://ocri.pt/produtos/ https://legadoportugues.com/
https://www.bcv.pt/artesanato-portugu%C3%AAs
https://www.galeriadestorias.com/
Tratamento de resíduos ( cartão, plástico, vidro, monos, aparas
de jardim etc )
Já se sabe que em
Portugal pouco do lixo é reciclado. Porque não em vez de dar subsídios a
desempregados e gente na pobreza, emprega-los, dando lhes casa e trabalho em
centros de triagem municipais ou de freguesia, de lixo. Unidade de triagem
podem surgir, em menor escala, e isso se traduzir em mais valia e o cumprir das
% de Lixo das Normas Europeias de Reciclagem.
Energias renováveis
Casas que podem usar energia
solar com recurso a baterias, e eólica (local) para: agricultura, tirar águas
de poços e uso doméstico.
Back up de geradores em
caso de urgências básicas.
Biodiversidade
Como já foi descrito,
com o exemplo Turismo Airbntree, é fácil ter habitações a criar biodiversidade.
Taxas Ecológicas Verdes
O mundo enfrenta grande desafios, começam pelo custo
de vida dos alimentos, passa pela habitação, mas sobretudo no mau desempenho
que as Organizações Mundiais tem tido em matéria de clima, devido à
desflorestação, à agricultura de Cultura Intensiva e à sobre exploração dos
oceanos.
O meu desafio é que Portugal opte por uma Taxa
Turística Ecológica Uniforme por Concelho de 5 Euros no Turismo para compensar
parte da sobrecarga que o Turismo de Multidões faz, ao contrário do Turismo de
longa estadia.
Parte da taxa pode ser paga pelo próprio alojamento
local, outra parte pelo hóspede.
Uma parte da taxa iria par: promoção do turismo e
melhoria infraestruturas do concelho, parte para a gestão florestal, outra para a agricultura e
outra parte para a gestão dos Oceanos. O Conceito da criação destes fundos
verdes será fulcral para a futura descarbonização da forma como vivemos, e a
luta contra as alterações climáticas. Deve ser alargado em Tratado na COP ou na
ONU. O combate á pobreza, dou os exemplos de países asiáticos por onde viajei e
onde custo vida para os locais é muito
difícil assim como o acesso a água potável, saneamento básico e recolha de
lixo.
Agricultura, agricultura biológica ( os apoios devem continuar e
intensificar-se), árvores de fruto, arbustos, mel, ovinos, caprinos, bovinos e
aves
Caça
Floresta
- apoio á reflorestação nativa
- plantar eucalipto e pinhal com
faixas de contenção e intercaladas de floresta nativa.
Resineiro - Portugal já foi o maior exportador de resina do mundo, hoje em dia, são
cada vez menos e mais velhos os resineiros no país. A concorrência de outros
países levou a que os profissionais diminuíssem, contudo, a tendência parece
começar a inverter mas esbarra na falta de mão de obra.
Poupança de água: água do mar para banheiros ( retrete ), rede
litoral.
Casas de banho secas: zero água na retrete, + adubo ao fim de um
ano
Economia circular:
agricultura de excedente
Economia circular - Inglês
https://www.facebook.com/100054754756528/videos/110240450811113/
Transição Digital: Portais Online
Exemplo:
OceanPortals /
Marportal
https://www.dcea.fct.unl.pt/contactos
https://www.mare-centre.pt/pt/contact
https://deepsea.uac.pt/ azoresdeepsea@gmail.com
https://okeanos.uac.pt/contact okeano.secretariado@uac.pt
Painel III – Rios, Oceanos
e a Economia Azul
Em desenvolvimento, a
apresentação do conceito OCEANPORTALS: um portal online para gestão dos
recursos e do Ordenamento Costeiro e dos Oceanos, assim como a passagem de
ficheiro de PowerPoint para Word do World Beach Clean. A ideia é estabelecer
pontes com a FCT, e ter programadores e outras profissões ligadas ao mundo
virtual para a criação deste Portal.
Exmas, Exmos, venho por este meio como pensador
de soluções ambientais, sociais, políticas económicas, expôr um exemplo muito
importante, na transição digital e nas Mega Empresas online e de como estamos a
gerir mal a enorme quantidade de informação que existe on-line, espalhada em
páginas, pesquisas google, páginas de facebook, e canais youtube.
A minha proposta é agregar tudo isto, numa só
página chamada Portal dos Oceanos. Oceanportals (outro a registrar, porque já
está registrado porque já espalhei muito a informação durante viagens e
viajantes no facebook, messenger, no meu perfil, pois tenho como referi nos
emails enviados viajado imenso e tenho me apercebido da forma como se comunica,
nas austeridades e controlo de partilha de informação propositada pelas mega
empresas google, facebook, messenger, para prevenir que uma simples pesquisa e partilha
gira uma grande partilha em massa, e claro o óbvio, aproveitamento das mesmas
para colocar publicidade nestas mesmas plataformas.
Sendo menos pragmático e mais objectivo:
No caso, case study, sobre os Portais, se eu
quiser pesquisar contactos, serviços de um Porto, uma Marina, uma Doca Pesca,
uma escola de Vela, ou mesmo como enviar uma encomenda por carga de
contentores, ou até uma escola de surf, tenho que para isso dar, muitos
mais cliques, do que se se agregar toda a informação, contactos, serviços,
publicidade ( de onde o Portal pode e deve ser um "Must" na "
parte da entidade gestora do Portal),
A Marinha, Armada, a Autoridade Marítima,
deveriam por isso, formar um site por zonas do país onde os serviços são
oferecidos, e com isto...poupa se electricidade em pesquisas ( ambientais ), as
políticas de exportação e importação podem melhorar e muito ( dou o caso de
material de roupa e roupa e de haver Hubs específicos para concentrar toda a
matéria prima e ou o produto final ou componentes, socialmente também se
torna prático e pode trazer emprego.
Se formos "Masters" em Portugal na
tecnologia dos Portais, pudemos, expandir para a CPLP, para outros grupos
econômicos e países em específico, de acordo com o que se pretende, e ter
receitas percentuais da publicidade que agora o Google, Facebook etc ganham, e
se tudo for feito com secretismo, o mesmo que foi usado, para a expansão
colonial, pudemos ter ganhos e proveitos e fazer mediação daqui e dali e
expandir nos no mundo da Alta Tecnologia como os Gigantes da Tecnologia.
Penso que fui claro e objectivo e pouco longo,
para que se apercebam das conquistas, as novas conquistas de Portugal, como um
país de intermediário de fluxo de matérias primas, componentes, produtos
finais, publicidade, emprego, ...para isso é preciso, rendas super acessíveis
num programa mais uma vez secretista dos próprios bancos ( que têm acionistas
estrangeiros e podem facilmente copiar a ideia entre outros..) , e cativar
assim pessoas, que vivam em dignidade e prosperidade. Sobre a lei dos solos em
locais rústicos para urbanos e em rotatividade de casa do campo e cidade entre
os mesmos, intercâmbios, voluntariado, faça a sua casa, já escrevi sobre o
assunto.
Deixo o mesmo ao cuidado do Senhor Primeiro
Ministro, pedindo a descrição necessária para a implementação de tal plano, de
onde as próprias secretas devem ser selecionadas, pelo patriotismo,
nacionalismo moderado, num mundo de economia global mas pobreza social e
política e ambiental. Todos a serem contratados para tal, devem por isso, ser
sujeitos e uma política de recursos humanos, bastante selecionada e
específica.
Espero que sirva para que possamos caminha juntos
por um país e mundo mais unido e com maior distribuição de riqueza e
socialmente mais justo, perante os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável,
mas também olhando para dentro.
Por isso advirto, Habitação, Saúde e Educação são
os pilares de uso do PRR e do 2030, para que possamos numa década ou menos
inverter a nossa situação geopolítica. No poupar é que está o ganho por isso
cortes em cultura ( projectos de reabilitação de pessoas para estes novos
empregos, etc...)e outras coisas menos focadas para já neste plano devem ser
postas como segunda prioridade. Peco por excesso um pouco nestas comunicações,
mas as ideias estão lá, e pretendo reunir me quanto antes com o Senhor Primeiro
Ministro, secretamente, para dar pernas e começar a elaborar um plano coeirente
com os objectivo.
Aguardo.
Telmo Daniel Rodrigues
Turismo
Painel II – Do Turismo à Floresta
Agora que já temos uma habitação sustentável, já poupamos
água, já temos mais agricultura familiar e economia circular, podemos então
pensar em aprender com o turismo como referi.
Vamos “brincar” aos selos ecológicos. Quando digo brincar,
falo em coisas sérias. Falo do Airbntree, um conceito inovador de classificação
de sustentabilidade para as unidades hoteleiras. Já tem uma pequena página no
Facebook, mas na realidade deve criar-se um novo nome.
Imaginem que em vez de classificarmos o turismo pelo luxo em
5 estrelas, procuramos estrelas de sustentabilidade que ainda poderão
multiplicar-se em subestrelas, p.e. no Restauro da Biodiversidade na minha
unidade hoteleira, tenho um bebedouro e sementes para as aves. Eu já idealizei
11, mas não me considero dono de copyright e como tal, qualquer partilha que
faça, é um apelo à imaginação de todos, sem limites, pois o tempo urge para
salvarmos o nosso planeta.
Eis algumas das estrelas, que depois individualmente, podem
ser exploradas ainda mais em detalhe:
- Restauro da Biodiversidade
- Eficiência da água
- Casa de banho seca (ou outra alternativa)
- Energia Renovável
- Economia Circular
- Zero Waste
- Voluntariado/Social
- Educação
- Inovação
- Espiritualidade, filosofia, leitura, arte, etc.
- a 11ª estrela vai para a: Bioconstrução em madeira ou materiais com
reciclagem de antigas construções
Para aderir a esta classificação a unidade hoteleira
cobraria uma taxa verde. Tal como já muitas plataformas cobram a taxa de
limpeza, o plantar de uma árvore por cada semana de estada, de 10 a 30 Euros (o
custo da árvore, do solo extra/adubo e da mão-de-obra para a plantar).
Das duas uma, ou se faz um site onde se colocam os logotipos
de cada estrela de sustentabilidade e a Unidade ao anunciar nas plataformas de
booking indicam quantas e quais as estrelas nas suas plataformas e páginas e/ou
se cria um site de booking específico para dar o exemplo, para que muitos
outros possam surgir. Imaginem o PIB de uma plataforma como o Airbnb ou o
Booking, com pouca ou desconhecida Responsabilidade Social
Muitas dessas árvores podem ser plantadas pelo «Painel I –
Habitação» e aí, temos um incentivo circular da própria sociedade, sobretudo do
turismo, à reflorestação.
As autarquias e o ICNB também podem alocar estes fundos a um
conceito chamado Caminhos Sustentáveis, que também já tem página no Facebook
Tree Footprint, criando como o próprio nome indica, Caminhos e Trilhos de
árvores e arbustos.
Imaginem uma aplicação no meu telemóvel, que me diz se
determinada árvore já foi regada ou precisa de rega, poda, etc e nas minhas
caminhadas posso levar um recipiente com água e ir fazendo o update da nova
informação, por exemplo, “reguei 5lt na árvore nº 55”. Existe já um jogo, em
que usando o GPS para encontrar pistas escondidas, que podem ser um poema, etc,
chamado GeoCatching, imaginem poder fazê-lo com árvores e educar a próxima
geração a plantar e gerir a floresta.
Há um tema que não foi abordado no «Painel I – Habitação»,
que é o da recolha de lixo orgânico nas casas e também das casas de banho secas.
Muito dele podia ser usado para criar os adubos necessários à reflorestação, a
haver mais viveiros de árvores para reflorestação, para incentivar a população
a este gesto tão simples, mas que tão raramente o praticamos, quando a nossa
peugada em árvores ronda as 300 a 900 árvores-/pessoa, para fazer face à nossa
peugada carbónica. Isto devia ser um assunto nas escolas do presente.
Calcula quantas árvores precisas plantar na tua vida, de
acordo, com o teu estilo de vida:
Fonte https://savingnature.com/offset-your-carbon-footprint-carbon-calculator/
Regresso dos emigrantes e
Habitação para Diáspora Portuguesa
Habitação para Investidores Portugueses e Estrangeiros
Programas de Investimento
para que estes possam ser os beneficiários ou os beneficiários sejam outros,
como o caso do Time Sharing,
Comunidades de Digital Nómades
A Escola e Educação do Futuro
Actividades Outdoors
Semana Outdoors Caminhar e Reflorestar. Outubro e
Abril. Acções com jovens na Floresta
Saúde, alimentação mediterrânica e das Estações do Ano
Feiras e Festivais de Cultura ( rejuvenescimento das tradições
antigas: alimentos barro, lã, queijos,
fumeiros, madeira, ferro e outros )
O mundo NÃO é o que as pessoas fazem. O mundo é o que
respiramos, comemos, bebemos, andamos, construímos nossas casas.
Junte-se a nós aos sábados em nossa jornada contínua e
implacável pela eco-sustentabilidade.
• Foco do Grupo na Eco-Sustentabilidade •
• Redução da Pegada Humana abaixo de 1,0 Terra per capita
• Reeducação Eco-Sustentável em Massa em Escolas e Universidades
• Renda Verde Eco-Sustentável Universal #UGI
• Eliminar plásticos, combustíveis fósseis, poluentes, produtos
químicos sintéticos, pesticidas, PFAs, BPAs, OGMs
• Casas solares passivas
• Energia solar fotovoltaica no telhado
• Captação de água da chuva
• Cozinha Solar
• Água quente solar
• Águas Cinzentas e Biomassa
• Sanitários de compostagem
• Agricultura orgânica sem cavar, sem lavoura
Taxa Turística Ecológica
O mundo enfrenta grande desafios, começam pelo custo
de vida dos alimentos, passa pela habitação, mas sobretudo no mau desempenho
que as Organizações Mundiais tem tido em matéria de clima, devido à
desflorestação, à agricultura de Cultura Intensiva e à sobre exploração dos
oceanos.
O meu desafio é que Portugal opte por uma Taxa
Turística Ecológica Uniforme por Concelho de 5 Euros no Turismo para compensar
parte da sobrecarga que o Turismo de Multidões faz, ao contrário do Turismo de
longa estadia.
Parte da taxa pode ser paga pelo próprio alojamento
local, outra parte pelo hóspede.
Uma parte da taxa iria par: promoção do turismo e
melhoria infraestruturas do concelho, parte para a gestão florestal, outra para a agricultura e
outra parte para a gestão dos Oceanos. O Conceito da criação destes fundos
verdes será fulcral para a futura descarbonização da forma como vivemos, e a
luta contra as alterações climáticas. Deve ser alargado em Tratado na COP ou na
ONU. O combate á pobreza, dou os exemplos de países asiáticos por onde viajei e
onde custo vida para os locais é muito
difícil assim como o acesso a água potável, saneamento básico e recolha de
lixo.
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Time Sharing e Habitações Temporárias
Criação de um programa de habitação Low Cost,
recorrendo a casas de madeira e ou Tiny houses, 6 meses no litoral - 6 meses no
interior.
Reter jovens, imigrantes, agricultura, floresta,
ordenamento do território.
Algumas das medidas:
- uso de taxas turisticas
verdes de todo o território
- não plantar monoculturas em um espaço
minimo a definir pela segurança de novas habitações
- usar o Time Sharing ( rotatividade de
moradia sazonal em uso de casa de madeira ou tiny house) e bazuca para
construir em espaços a) com procura turistica no Verão e b) espaços rurais
usando o turismo de Inverno Low cost em ambos espaços quando não são utilizados
por trabalhadores.
- casas acessiveis a 200€ para casal ou casal + 1
filho ou 2.
- apoio á reflorestação nativa
- plantar eucalipto e pinhal com faixas de
contenção e intercaladas de floresta nativa.
- apoio á agricultura e pastoricia de
subsistência.
Outros a enumerar: lixo orgânico, turismo
consciente longa estadia, voluntariado jovem europeu. Caminhos verdes e
sustentáveis, trilhos na natureza.
Agradeço a atenção
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Apresentação de
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável ONU 2030
Em Auditório António Rodrigues Anastácio, Junta de
Freguesia Charneca de Caparica, Município de Almada, por Telmo Rodrigues em 19
Outubro 2023
Tendo sido um viajante pela Ásia (India, Sri Lanka,
Indonésia, Filipinas, Tailândia) e pela Oceânia (Nova Zelândia), pude observar
o desempenho do comércio, do turismo e das ligações à cultura que os
Portugueses espalharam pelo mundo.
Nessas observações, pude constatar os potenciais, as dificuldades e as
maravilhas em que cada povo habita.
Existem alguns vetores fundamentais, tão importantes que me fizeram ou quase
obrigaram a não só ser um ativista, construtivo, como também ir ao Portal do
Governo e participar os meus “achados”, ideias e constatações. Obtive assim, os
e-mails de vários gabinetes como p.e. o do Exmo. Senhor Primeiro Ministro
António Costa através da resposta aos meus e-mails no Portal gov.pt.
Painel I - Habitação
Um dos vetores fundamentais é a habitação, pois é nela que
se consomem os alimentos vindos da agricultura, se produz lixo e se consome
água e energia. Tendo em conta que num futuro próximo da descentralização e na
possibilidade de construção comparticipada pelo governo e pelas autarquias,
recorrendo à chamada “Bazuca” da Europa, tal como a possibilidade de créditos
por parte do Estado e das Autarquias, com baixos juros, participei como pude,
na estratégia do Governo, com as minhas ideias, no Plano +Habitação. Fui um
defensor de que muitos terrenos rurais, agrícolas, em avos, da rede ecológica,
da rede da agricultura, da REN, etc., pudessem ser reavaliados tendo em conta o
seu potencial estratégico e ecológico, muitos ao abandono ou sem utilidade
pública, viessem a ser utilizados e dei também algumas sugestões de como
construir, pensando nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
São 306 as autarquias. Imaginando que cada uma constrói
1.000 casas, são 306.000 no total. É óbvio que poderiam ser mais numas autarquias
e menos noutras, de acordo com a lei da oferta e da procura, sem esquecer a
necessidade urgente de uma coesão territorial, ou seja, território com baixa
densidade populacional.
As casas que propus, são sobretudo em madeira, uma vez que é
um bem “renovável” e de baixa peugada ecológica ou, “tiny houses”, cujo valor
ronda os 35.000,00. O que, contas feitas, significa 5 mil milhões da “Bazuca” +
5 mil milhões em crédito. Dá uma média de 15 milhões de Euros, que o Estado
participaria por autarquia + 18 milhões em crédito (a 30 anos). Isto claro
especulando montantes e fazendo uma abordagem a uma renda suportada pelos
habitantes de cerca de 200,00 mensais. Desta forma, muitos dos nossos problemas
sociais de falta de habitação para jovens em início de vida que queiram ter
filhos, sendo este um dos maiores problemas nacionais, o envelhecimento da
população, mas também para professores deslocados, militares, alunos
deslocados, médicos e todos aqueles emigrantes que abandonaram o nosso país,
devido à discrepância entre ordenado e renda ou crédito habitação. Com mais
poder de compra, os ordenados poderiam aumentar, logo o número de filhos
poderia também aumentar, e isto é só o começo.
Também devido ao aumento da consequente falta de mão-de-obra
qualificada no setor da construção civil, pela emigração, estas casas seriam
muito mais rápidas e fáceis de executar.
Foi pedido a este Fórum que se idealizasse, pois bem, estas
são as minhas ideias, embora pareçam complicadas de aplicar num país tão
habituado à construção em cimento, pelos valores indicados, e por sermos
latinos, que ao contrário dos nórdicos constroem em madeira.
Estas casas podem estar inseridas em parcelas de terreno
onde se possam construir p.e 5, 10, 20, 30 casas. Podem recolher água das
chuvas e criarem-se charcas que recebam também águas tratadas das próprias
habitações, para plantar hortas e plantar vários tipos de árvores e arbustos,
onde outrora apenas existia a imagem de abandono.
Há algo interessante e que não podia deixar de referir, que
tem a ver com 40% da água utilizada em casa. Ela é usada no autoclismo. Sendo
assim, a recomendação de haver casas de banho secas, para quem não sabe, é não
usar água na descarga mas sim ter um espaço wc arejado onde se separa a urina
das fezes em recipientes adequados para tal. A nível global, embora nós não
pareçamos ter esta necessidade, o facto é que, toda a água que utilizamos está
a ser retirada de riachos, rios, albufeiras e ex-locais pantanosos, a que
entretanto demos outros usos como a agricultura, pecuária, indústria, cultura
de árvores extensiva e logo, assim, um roubo à biodiversidade que neles
existiam. Imaginem a India e a sua densidade populacional, que depende do rio
Ganges, assim como muitas outras populações que estão dependentes de rios, cada
vez mais poluídos pelos dejetos humanos e nem água têm para beber. Dengue,
malária, cólera, são algumas das epidemias globais ainda por erradicar e só é
possível reverter esta situação, com a educação sobre o manuseamento da água.
Isto é uma realidade triste, pois o mundo ocidentalizado não dá o exemplo e
aquilo a que nós chamamos de desenvolvimento, na realidade é uma ilusão. Os
radicalismos, populismos e ativismos confusos, sem ideias, têm por isso
aumentado e muito se deve à falta de viajar, viver com menos, conhecer outras
culturas e tradições. Mais uma vez, rendas mais baixas, casas mais ecológicas
também com painéis solares, permitem que o mundo se possa explorar a ele mesmo
e assim aprender.
Um exemplo: Criação de um
programa de habitação Low Cost, recorrendo a casas de madeira e ou Tiny houses,
6 meses no litoral - 6 meses no interior.
Reter jovens, imigrantes, agricultura, floresta, ordenamento do território.
Vamos agora imaginar como o nosso turismo pode ser mais
verde.
Painel II – Do Turismo à Floresta
Agora que já temos uma habitação sustentável, já poupamos
água, já temos mais agricultura familiar e economia circular, podemos então
pensar em aprender com o turismo como referi.
Vamos “brincar” aos selos ecológicos. Quando digo brincar,
falo em coisas sérias. Falo do Airbntree, um conceito inovador de classificação
de sustentabilidade para as unidades hoteleiras. Já tem uma pequena página no
Facebook, mas na realidade deve criar-se um novo nome.
Imaginem que em vez de classificarmos o turismo pelo luxo em
5 estrelas, procuramos estrelas de sustentabilidade que ainda poderão
multiplicar-se em subestrelas, p.e. no Restauro da Biodiversidade na minha
unidade hoteleira, tenho um bebedouro e sementes para as aves. Eu já idealizei
11, mas não me considero dono de copyright e como tal, qualquer partilha que
faça, é um apelo à imaginação de todos, sem limites, pois o tempo urge para
salvarmos o nosso planeta.
Eis algumas das estrelas, que depois individualmente, podem
ser exploradas ainda mais em detalhe:
- Restauro da Biodiversidade
- Eficiência da água
- Casa de banho seca (ou outra alternativa)
- Energia Renovável
- Economia Circular
- Zero Waste
- Voluntariado/Social
- Educação
- Inovação
- Espiritualidade, filosofia, leitura, arte, etc.
- a 11ª estrela vai para a: Bioconstrução em madeira ou materiais com
reciclagem de antigas construções
Para aderir a esta classificação a unidade hoteleira
cobraria uma taxa verde. Tal como já muitas plataformas cobram a taxa de
limpeza, o plantar de uma árvore por cada semana de estada, de 10 a 30 Euros (o
custo da árvore, do solo extra/adubo e da mão-de-obra para a plantar).
Das duas uma, ou se faz um site onde se colocam os logotipos
de cada estrela de sustentabilidade e a Unidade ao anunciar nas plataformas de
booking indicam quantas e quais as estrelas nas suas plataformas e páginas e/ou
se cria um site de booking específico para dar o exemplo, para que muitos
outros possam surgir. Imaginem o PIB de uma plataforma como o Airbnb ou o
Booking, com pouca ou desconhecida Responsabilidade Social
Muitas dessas árvores podem ser plantadas pelo «Painel I –
Habitação» e aí, temos um incentivo circular da própria sociedade, sobretudo do
turismo, à reflorestação.
As autarquias e o ICNB também podem alocar estes fundos a um
conceito chamado Caminhos Sustentáveis, que também já tem página no Facebook
Tree Footprint, criando como o próprio nome indica, Caminhos e Trilhos de
árvores e arbustos.
Imaginem uma aplicação no meu telemóvel, que me diz se
determinada árvore já foi regada ou precisa de rega, poda, etc e nas minhas
caminhadas posso levar um recipiente com água e ir fazendo o update da nova
informação, por exemplo, “reguei 5lt na árvore nº 55”. Existe já um jogo, em
que usando o GPS para encontrar pistas escondidas, que podem ser um poema, etc,
chamado GeoCatching, imaginem poder fazê-lo com árvores e educar a próxima
geração a plantar e gerir a floresta.
Há um tema que não foi abordado no «Painel I – Habitação»,
que é o da recolha de lixo orgânico nas casas e também das casas de banho secas.
Muito dele podia ser usado para criar os adubos necessários à reflorestação, a
haver mais viveiros de árvores para reflorestação, para incentivar a população
a este gesto tão simples, mas que tão raramente o praticamos, quando a nossa
peugada em árvores ronda as 300 a 900 árvores-/pessoa, para fazer face à nossa
peugada carbónica. Isto devia ser um assunto nas escolas do presente.
Calcula quantas árvores precisas plantar na tua vida, de
acordo, com o teu estilo de vida:
Fonte https://savingnature.com/offset-your-carbon-footprint-carbon-calculator/
Taxa Turística Ecológica
O Mundo enfrenta grande desafios, começam pelo
custo de vida dos alimentos, passa pela habitação, mas sobretudo no mau
desempenho que as Organizações Mundiais têm tido em matéria de clima, devido à
desflorestação, à agricultura de Cultura Intensiva e à sobreexploração dos
oceanos.
O meu desafio é que Portugal opte por uma Taxa
Turística Ecológica Uniforme por Concelho de 5 Euros no Turismo para compensar
parte da sobrecarga que o Turismo de Multidões faz, ao contrário do Turismo de
longa estadia.
Parte da taxa pode ser paga pelo próprio
alojamento local, outra parte pelo hóspede.
Uma parte da taxa iria para a promoção do turismo
e melhoria infraestruturas do concelho, parte para a gestão florestal, outra para a agricultura e
outra parte para a gestão dos Oceanos. O Conceito da criação destes fundos
verdes será fulcral para a futura descarbonização da forma como vivemos, e a
luta contra as alterações climáticas. Deve ser alargado em Tratado nas COP`S e
na ONU. O combate á pobreza, dou os exemplos de países asiáticos onde o custo
vida para os locais é muito difícil
assim como o acesso a água potável, saneamento básico e recolha de lixo.
Painel III – Rios, Oceanos
e a Economia Azul
Em desenvolvimento, a
apresentação do conceito OCEANPORTALS: um portal online para gestão dos
recursos e do Ordenamento Costeiro e dos Oceanos, assim como a passagem de
ficheiro de PowerPoint para Word do World Beach Clean. A ideia é estabelecer
pontes com a FCT, e ter programadores e outras profissões ligadas ao mundo
virtual para a criação deste Portal.
Assinados os projectos
e conceitos por:
Telmo
Daniel Rodrigues -
Empreendedor Social
telmodanielrodrigues@gmail.com
/ 969399605
SURF SALVA VIDAS
PORTUGAL, EM COMUNICADO, reunião com a Câmara
Municipal de Almada, em 23 de Outubro de 2024.
Perigos acrescidos aos
banhistas após enchimento de areias em 2025
Boas tardes Senhoras e Senhores, venho por este
meio requerer às Autoridades competentes e envolvidas no enchimento de areias
em 2025, sito na Costa de Caparica, um aumento da vigilância fora da época
balnear.
Apresento-me como voluntário do conceito Surf
Salva Vidas Portugal, que salvou desde 2009 até á presente data cerca de 46
pessoas fora da época balnear e avisou milhares dos perigos, existentes nas
correntes, sobretudo quando há deslocação de areias, os chamados agueiros, ou
correntes de retorno. (recordo que em 2009 houve o primeiro
enchimento artificial de areias na Costa de Caparica http://soscaparica.blogspot.com ) .
As minhas acções como voluntário deste conceito,
que irei explicar mais em detalhe neste documento, tiveram lugar aos fins de
semana e feriados, de Março a Maio, fazendo sozinho a patrulha a 3 praias: Rei, Borda de Água - Morena e
Hula Hula Bar ( o bar que era dos meus
pais até 2021. Fui também o primeiro a criar os intercâmbios de nadadores
salvadores brasileiros para colmatar a falta dos mesmos em Portugal.
Foi introduzida por mim ainda, uma sinalética de
zona de banhos/presença de socorro através das bandeiras de zona de banhos.
Sinalética essa que teve depois mais um passo experimental pela Associação
Resgate do Litoral Alentejano, por intermédio de António Mestre, com quem tive
grandes debates sobre a utilidade das mesmas, para agregar as pessoas nas zonas
mais seguras, e afasta-las de pontões e correntes. Por fim, a Autoridade
Marítima reconheceu e homologou as mesmas em 2014, após a minha apresentação
precoce e uso das mesmas e de em 2011 ter sido alvo de críticas por parte do
ISN, bem como ter sido efectuada uma “cópia”, um programa chamado Surf Salva
para dar formação a Surfistas para salvamento, com o apoio do LIDL, chamando-se
agora estas formações de Surf Rescue.
Consegui! Mais um feito glorioso deste Munícipe
em voluntariado que agora se extende a toda a costa Portuguesa.
…e um
pouco contra tudo e todos continuo (muitos foram e são os que me criticam de
salvar como voluntário, uma vez que se trata para alguns apenas como uma fonte
de rendimento e não como uma causa ou um modo de estar na vida). Associar as
acções de angariação de fundos para a causa, e o desporto também como forma de
sensibilização, ou efectuar apresentações aos colégios nas praias em plena
época balnear, foram também acções tomadas, para aumentar a visibilidade e
importância do projecto.
É um facto que recentemente, houve um aumento do investimento
fora da época balnear, para que a Autoridade Marítima tenha começado a fazer
patrulhas, intensificando o esforço neste período, assim como o programa Praia Protegida
com apoio da Câmara Municipal de Almada, em protocolo com as Associações de
Nadadores e Bombeiros locais, nos últimos anos.
Temo mesmo assim que depois do enchimento de
areias em 2025, em 2026, 2027 e 2028, tenhamos um
maior número de náufragos, pois as areias começaram a sair dos pontões e a
deslocar-se sobretudo para as praias a Sul, criando ainda mais agueiros –
correntes, com uma força superior à normal, já por si igualmente perigosa.
Formulo por isso que se faça um patrulhamento
semelhante ao que fiz desde 2009 em 2026, 2027 e 2028:
- aos fins de semana de Março a 15 de Abril, pelo
menos um homem em cada praia com as respetivas bandeiras de zona de banhos e colocação
de Bandeiras Vermelhas com a insígnia Zona de Perigo /Danger estampada a
demarcar as tais zonas de correntes, bandeiras estas ainda por homologar (mais
uma “luta”, que refiro entre aspas, pois cabe à Autoridade Marítima Nacional e
Instituto de Socorros a Náufragos fazer esta homologação) ou, as Associações
adoptarem este método que também já existem noutros países, como forma de aviso
e assim demonstrar a utilidade das mesmas.
- de 15 de Abril até ao início de Junho, pelo
menos um homem por cada praia com as
bandeiras.
- em Outubro, 1 nadador por praia ou os que não
têm chapéus de palha e nadador, pelo menos aos fins de semana com a devida
sinalética.
Tenho conhecimento que muitos concessionários
pedem para colocar as suas palhotas e espreguiçadeiras em Maio e Outubro pelo
que já existem alguns meios no terreno nas datas mais criticas. Mas a ideia é
que pelo menos em Maio haja nadadores salvadores em todas as praias, onde
fiz cerca de 95 % dos meus salvamentos (quando o mar está ainda bastante
mexido do Inverno e Primavera, as ondulações altas, não havendo contudo
nadadores em todas as praias e a afluência dos banhistas é já bastante grande
mal comece o “Sol da Caparica”).
- Avisos à população (bilingue) dos perigos dos
agueiros à entrada das praias, com Cartazes.
- A colocação de fitas brancas e vermelhas atadas
a duas bandeiras Vermelhas, em cada lado dos pontões, pode também ajudar a
ensinar os banhistas e a prevenir acidentes, uma vez que as correntes nos
pontões são maiores que no centro da praia ( praias urbanas ).
Este aumento de vigilância pode e deve ser
dividido em custos entre a Agência Portuguesa do Ambiente (já contactada por
mim por email e telefone este ano), a C.M. Almada, o Porto de Lisboa e/ou
Concessionários, daí a necessidade de fazer este comunicado já tão
atempadamente para entrar no Orçamento de 2025/ 2026 das respectivas entidades.
Outra possibilidade é parte da cobrança dos parques de estacionamento das
praias, onde já houve intervenção por parte da Câmara Municipal de Almada,
reverter também em prol destes custos.
Há que ter em conta, a falta de nadadores
salvadores, devido à sua sazonalidade, bem como a falta de nadadores salvadores
em Março de 2026, se não começarmos atempadamente a anunciar, durante a época
balnear 2025, que haverá este programa.
Mais
sobre Surf Salva Vidas Portugal
Para saber mais sobre o que é o Surf Salva Vidas
Portugal, pode dar uma vista de olhos no blog http://alohaorganization.blogspot.com
Trago até vós, como potencial, existir um Bar de Praia/
Concessão, por exemplo na praia do Castelo, onde deixou de haver uma Concessão,
que ardeu (antigo “Yamba”), e que por isso não tem vigilância, mesmo dentro da
época balnear. A ideia é que seja em prol da causa, que tenha uma escola de
nadadores salvadores, tal e qual existem na Nova Zelândia e Austrália, de onde
veio a ideia do Surf Salva Vidas Portugal ou seja Surf Life Saving (pesquisar
Surf Life Saving Au ou Nz ). Em 2003 visitei a Nova Zelândia onde pude ver como
funcionam estes clubes com muita juventude, desde tenra idade, com uma forma de
estar muito responsável e direccionada para o voluntariado. Foi uma experiência
incrível e que recomendo que se continue a apostar na continuidade de existir
intercâmbios de conhecimento. Vi com os meus olhos que pode haver sponcers “de
peso”, tal como na Nova Zelândia, como a BP ou Galp, entre outros.
O Salvamento-Surf-Desporto ligado ao voluntariado
com Noções de Socorrismo e Salvamento, Aulas de Surf, Bodyboard, Yoga, Capoeira,
Atletismo, Maratonas de praia, Torneios de Desporto, e Desporto Escolar, a
Protecção Dunar, o Crepe Cantina Escolar e até o aproveitamento do peixe Cavala
que infelizmente não entra na Gastronomia da Caparica não sei bem porquê, sendo
o peixe mais abundante e rico em ômega-3 da nossa Costa, são algumas das
possibilidades de trazer algo de muito novo à nossa Costa e Turismo. Por
exemplo, fazer um evento de angariação de fundos “A maior caldeirada e/ou
massada de peixe do mundo”, fazer torneios de volei, futebol de praia, fazer
eventos desportivos/outros.
O então Bar Hula-Hula na praia do Rei, foi onde pude
fazer estas acções em micro escala. Mas o que eu proponho é, que as Associações
de Bombeiros e Nadadores Salvadores possam fazer deste potencial novo local, um
espaço de uma maior interação e angariação de fundos para o Salvamento e a Sensibilização
aos utentes numa escala maior. A realçar sobretudo a face desportiva e
associativista deste conceito do Surf Salva Vidas Portugal.
Seria de facto, o primeiro Clube de Salvamento
existente em toda a Costa Portuguesa, e pode ser financiado pelo PRR, Câmara
Municipal de Almada e IPDJ, etc., tanto a nível das infraestruturas como de
equipamento desportivo.
Gostava que todos os meus conhecimentos
adquiridos ao fim destes anos, se pudessem finalmente concretizar e
materializar com maior escala, e que fosse para que todos os que frequentem as
nossas praias, um ponto de referência para a consciencialização dos perigos do
mar, através das inúmeras acções de sensibilização e desporto.
O meu empenho é total, e estou ao dispor para
também estar ligado nos primeiros anos a esta estrutura, para dar a orientação
correcta e estabelecer as pontes necessárias, tanto no formato como em eventos
que possam decorrer. Uma vez que se trata algo de tão novo e de mente aberta,
acredito que não só a minha experiência no terreno, como a minha formação como
viajante na Nova Zelândia e a minha formação em Engenharia do Ambiente na
Faculdade de Ciências e Tecnologia, podem ser uma mais valia para a
concretização deste conceito/projecto.
Envio algumas fotografias, por email, para uma
maior percepção da sugestão da existência e importância de que hajam estes Clubes
na nossa sociedade.
Ps. Temos de ter ainda em conta a
descaracterização que o turismo nos bares de praia tem sofrido nos últimos
anos, em especial franceses a comprar os bares e abri-los apenas a partir das
12horas e fazendo sobretudo eventos nocturnos. Sempre houve eventos nocturnos
nos bares de praia, mas a descompensação com actividades desportivas, por
exemplo, é imensa, daí a minha extrema atenção para que se possa fazer algo de
diferente, se houver oportunidade. Algo que seja também para o bolso dos
Portugueses e exprima a cultura de Portugal e também da CPLP, (música, eventos,
gastronomia, etc.).
Outros assuntos ao qual me dedico e comunico com Autoridades Politicas,
Municipais, como sendo um experiente viajante e cidadão observador, atento e
incluso: os restantes conceitos e comunicações, estão ainda em desenvolvimento,
mas convido-os a dar uma vista de olhos.
Dunas
Para restabelecer o cordão dunar saudável á que impedir os banhistas de se
deitarem na chamada ante duna. http://soscaparica.blogspot.com
Estabelecer uma
proibição com avisos e estacas de madeira e corda por toda a extensão dunar.
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Floresta e
agricultura
Recolha resíduos orgânicos dos bares de praia, e
outros, directamente para as Terras da Costa e Mar, Marca que a C.MA. está a promover.
Recolha de pinhas de Outubro (pinhas apreendidas
pela GNR e ICNF por exemplo, pela apanha antes do tempo, para o fim, de uso de
pinhão para berçários em vários locais, desde estatais, comunitários, programas
escolares etc.) para acções de reflorestação do pinheiro manso. Compra de
pinhas fechadas durante o Outono (cerca de 0,35 Euro-0,5 Euro o Quilograma)
Usar garrafões de água para germinar pinheiros
mansos (um por ano escolar).
Outras acções da mesma natureza para medronheiro,
zimbro, etc.
Semana Outdoors Caminhar e Reflorestar. Outubro e
Abril. Acções com jovens na Floresta
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Lives
about weforum goals and subjects https://intelligence.weforum.org/topics...
https://intelligence.weforum.org/topics/a1G0X0000057N0oUAE
Circular
economy – importante: https://www.youtube.com/watch?v=f9pjYQ4I-oM
1. Food
sistems, circular economy, new education, school healthy food for cantina, dry
toilets, Heath in general, green agriculture, recicled of organic wast,
reflorestation of cities and forests, water demand, etc.
https://www.facebook.com/.../vb.../110240450811113/... (my
vision)
Concepts:
-
School Healthy Food in Cantina / Crepe Cantina Escolar
- Economia circular https://www.youtube.com/watch?v=f9pjYQ4I-oM
-
Cience in School – Put the Hand in the soil
-
Rethink the Cities and pavements, and biodiversity in citties.
-
Rethink the Education
-
Rethink Turism
-
Rethinks the Agriculture
-
Rethink the Construction
-
Rethink how information get compliled on Internet: create the Portals ( like
library of links of specifc subjects ( exemple: www.oceanportals.com / www.forestportals.com / www.foodportals.com/ www.plasticportals.com. Etc
etc .
Every
now and then, I reflect – Mainly on how the four elements together make our
life possible on Earth and what use we make of this life given. We have
compiled throughout the years a tremendous amount of knowledge that is
accessible to anyone, anytime, anywhere. But still, we have lost the essence of
our ancestors’ knowledge. It always starts with simple things, like when we
were kids climbing on trees, and no matter how things might appear simple,
there are nonetheless powerful. Think about the shade, the food, the protection
a tree can get you. In these particular times, we have learnt to respect strict
rules, looking after each other and helping the more vulnerable. And what if
now the most vulnerable are not saying anything and in silence bear the burden
of our careless lifestyle. "No one these days seriously denies the need
for sustainable practices. Even those concerned about only business and not the
fate of the planet recognize that the viability of business itself depends on
the resources of healthy ecosystems—fresh water, clean air, robust
biodiversity, productive land—and on the stability of just societies. Happily,
most of us also care about these things directly." ( from a tree (human) )
And yet collectively we have not been making progress on reducing the damage
done to the world. Tree foot print is a bold, smart and accessible concept
which will enable local societies to live not only in a safer environment, but
also healthier. We have now more time than ever between our hands and the time
has com to reflect together From a tree to Tree foot print (another tree,
another human)
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